A conquista
Esta é a primeira vez que relato uma aventura de minhas várias viagens. Meu nome é Cesar (fictício)e sou apaixonado por mulheres maduras.
Em uma das minhas viagens a Portugal conheci uma mulher com idade ao redor de sessenta anos, loira e logo me apaixonei, vou chamá-la Maria (fictício).
Ela é muito meiga, bonita, magra, não aparenta ter a idade que tem.
Fizemos amizade rapidamente e fomos juntos em vários passeios por Lisboa e cidades próximas. Divertimo-nos muito. No penúltimo dia ficamos muito tempo juntos, percebi que gostava de minha companhia, quando tinha oportunidade eu a tocava como por acaso, a noite eu a vi a sós no saguão do hotel, ficamos papeando e ela quis subir para o quarto. Eu a acompanhei. No corredor do andar, vazio, eu a abracei de surpresa colando meu corpo ao dela. Ela relutou e, diante de minha insistência, começou a ceder. Era minha última chance. Apertei mais o abraço enquanto abria a porta de meu quarto, vizinho ao dela, e a puxava para dentro. Logo ao entrarmos e fechei a porta e a beijei. Ela resistiu um pouco mais eu disse que era nosso momento. Forcei minha língua em sua boca e após uma leve relutância me recebeu, começava a ceder a minha investida. Nossas línguas se tocaram em um beijo ardente.
Quando tentei tirar sua camiseta ela se afastou mas logo a puxei de volta e não fez mais nenhum gesto de defesa. Enquanto passeava minha língua por seu rosto, lábios, pescoço, orelha percebi sua respiração se tornar mais acelerada. Logo ela estava desnuda na parte de cima. Que seios, amo seios grandes. Os bicos eretos, duros. Desci minha boca por seu corpo sempre beijando, até chegar a eles. Quando o tomei na boca ela gemeu me apertando a cabeça contra eles. Minhas mãos trabalhavam para abrir sua calça e logo ela estava nua em minhas mãos. Que delícia. Sem parar de passear a língua por seu corpo me despi e a deitei na cama. Abrindo suas pernas alcancei sua vagina com a língua. Beijei, chupei, mordi, ela gemia muito, molhada, teve seu primeiro orgasmo. Subi sobre ela me colocando na posição de 69 e nossas línguas de deliciaram no sexo um do outro. Ela se contorcia a cada penetração de minha língua. Me chupava, beijava e mordia meu pau com fúria. Essa mulher é um vulcão, senti sua carência.
Logo já me posicionava num papai e mamãe levando meu pau na entrada de sua boceta. Quando comecei a raspá-lo na entrada ela teve seu segundo orgasmo, aproveitei que estava muito molhada e penetrei-a lentamente dizendo em seu ouvido :?Como você é apertada Maria, quente, que boceta gostosa.? Fui aumentando o ritmo, sua vagina mordia meu pau, ela se jogava contra meu corpo querendo mais, até gemer bem alto e gozarmos juntos abraçados fortemente. Fomos tomar uma ducha e logo já estávamos nos agarrando, nos excitando. Voltamos a cama, ela tomou meu pau na boca e reiniciou as chupadas, sua língua passeava pela cabeça, lambia, mordiscava e logo eu estava duro de novo. ?Agora é minha vez? disse subindo por cima de mim, se enterrando toda, senti minhas bolas tocarem sua bunda. Lentamente ela começou a subir e descer enquanto meus lábios beijavam seus seios. ?Como você é gostoso Cesar, que pinto duro, quente, que saudade.? Dizia. E eu louco de tesão sentindo a quentura daquela boceta comecei a gemer falando ?Assim minha putinha, vadia gostosa, se enterra nessa vara, goza nela, aposto que teu marido não te faz gozar assim.? Fui a loucura, ela era muito quente, estava realmente carente.
Gemendo, aumentou ainda mais o ritmo e dizia: ?Cesar mete gostoso, me fode, quanto tempo não sinto isso, me faz gozar muito.? Tudo que eu mandava ela dizer repetia com satisfação: ?Sim sou sua putinha vadia, meu marido nunca me comeu assim, você que é meu macho?. Maria repetia tudo com o maior tesão que já vi na vida. Até que, deitando sobre meu corpo sua boca encontrou a minha e beijando, gemendo alto, e lágrimas até, começou a gozar, um orgasmo múltiplo, pensei que ia desmaiar de tanto gozo. Caiu para o lado, arfava de cansaço.
Levou bem uns cinco minutos para a respiração voltar ao normal até que levantou e foi se lavar. Na volta me deu um beijo ardente, como sabe beijar essa mulher, agradeceu pela noite, disse que há muito tempo não sentia um pau tão duro e grosso dentro dela.
Seu marido não sabe o vulcão que tem em casa. Tenho certeza que encontrarei Maria, a qualquer dia, no Brasil e que vamos repetir essa maravilha de sexo.
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