A Aeromoça Que Virou Puta

Maria Clara é comissária de bordo, separada, tem um filho e sempre foi uma pessoa recatada, conservadora de criação bastante rígida. Conhecia-a há cerca de 2 anos e começamos a trocar ideias a distância, até que ela me mandou um vídeo caseiro, onde aparecia de camisola comportadinha e mandava um recado ainda tímido. Eu decidi que ela ia ser minha e em pouco tempo nos falamos por telefone. Passado um tempo ela aproveitou uma folga mais longa e veio me visitar. Fui buscá-la no aeroporto e fomos para um hotel passar o fim de semana juntos. Ela não é uma garotinha de 20 anos, mas tem um corpo esguio, seios pequenos e firmes, uma bunda pequena e durinha.  Logo depois que chegamos no hotel, depois de beijos e amassos, eu joguei ela na cama,comecei a despi-la e terminei caindo de  boca na xaninha suculenta, já ensopada. Chupei todinha, os grandes e pequenos lábios,  abocanhei aquele grelo saliente  e quanto mais ela gemia mais eu chupava até que ela começou a gozar, quase  caindo da cama. Depois desse dia passamos a nos encontrar com frequencia, eu sempre tive tara de comer uma aeromoça e percebi que ela tinha alma de serva. Passei a adestrá-la, sempre brincando de que ela estava matriculada no curso intensivo de formação de puta. Um dos primeiros desafios foi fazer ela me chupar no carro, enquanto eu dirigia. Ela morria de medo e vergonha, mas hoje basta que eu ordene e ela agacha e me chupa no trajeto do aeroporto até o hotel. Também fui fazendo ela mudar um pouco o guarda-roupa,  impondo provas como desembarcar de vestido com uma calcinha fio dental e na chegada eu abraço, beijo e discretamente apalpo o rabo dela. Ela fica feliz como uma cadelinha, aliás Inha é o apelido dela entre nós. Inha de Clarinha, putinha, cadelinha, escravinha, servinha,  vagabundinha e ela adora que eu a chame assim.  Algumas vezes quando saimos ela usa uma coleirinha vermelha, discreta no pescoço, uma pulserinha com o nome do Dono,uma calcinha minúscula enfiadinha no rabo.  E por falar em rabo, Inha passou a me dar o cuzinho sempre, ela se deita na cama de fio dental, com o rabo pra cima, como eu ensinei, eu começo a alisar, depois enfio um dedo no cuzinho dela, mais outro e mais outro, até três dedos. De tão bem adestrada, a minha cadelinha dilata o cuzinho quando os dedos estão entrando e depois fica apertando e soltando pois sabe que isso dá tesão em mim e nela. Em seguida eu mando que ela fique de 4 me chupando enquanto eu beijo e lambo o cuzinho dela. Exploro o cuzinho dela com a língua até que eu digo que quero enrabá-la. Inha se deita de barriga pra baixo, passa  gel no cuzinho e arreganha a bunda com as duas mãos se oferecendo para eu penetrar. Depois que enfio a cabeça da picona grossa, eu paro um pouco, ela relaxa até acostumar e me diz que posso prosseguir. Começo a foder o rabinho de  Inha de lado, de 4 e de frente olhando para a carinha de puta que ela faz. Ela adora ser xingada de puta, vadia, cachorra, nessa hora. A bucetinha escorre de tanto tesão.  Já batizei a minha serva, logo nos primeiros encontros, mandei  ela ajoelhar no box do banheiro e dei um banho de mijo no corpo dela todo.  Inha me chama de Dono Absoluto e diz que seu destino é me servir da melhor forma possível.  Uma das provas que me deu disso é que ela passou a usar anticoncepcional para que eu possa gozar dentro dela toda vez que assim eu desejar.  Ela nem se masturba mais, se mantém intocada e quando nos encontramos el se deita,  abre as pernas e espera, já molhada, com o grelinho bem  saliente, que eu encaixe a pica nela e comece a arregaçar aquela bucetinha apertada.  Parece que a estou dividindo ao meio, preenchendo aquela xana gostosa, enfiando a pica até o fundo.  E depois de foder Inha bastante, de todas as formas e posições eu gozo bem no fundo, nas suas entranhas. E ela sempre me agradece  pelo leite que recebe e promete guardar e voltar para receber mais. 

Inha ainda é um pouco tímida, mas bem mais disposta a aceitar os desafios que coloco, na verdade já superou diversas provas que impus a ela e que contarei aqui uma por uma. Às vezes ela ainda tem uns rompantes de rebeldia, mas eu a coloco nos eixos, seja falando com firmeza, seja castigando-a e lembrando que ela me deve obediência e submissão. Ela sempre agradece pelo que tem aprendido, por tê-la ajudado a se descobrir e aceitar como serva. Inha confia no seu Dono, promete se dedicar sempre  e diz que vai deixar que eu a oriente e transforme ela no que eu quiser que ela seja. Serás a melhor escrava putinha do mundo, Inha,  e este relato é um reconhecimento pela sua dedicação, minha bela serva. Aguarde novos desafios e novos relatos, minha cadelinha.

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