Sexo A Cinco

Morava em uma cidadezinha do interior de São Paulo, tinha 17 anos e sonhava em morar na capital, ganhar a vida, conhecer pessoas diferentes. Um dia, minha tia mais nova, veio visitar a minha mãe e eu a convenci em me levar embora.  Estava feliz e resolvi comemorar com meus melhores amigos a minha ida, tomando um delicioso banho de cachoeira. Além de minha melhor amiga, Cristina, foram o Chicão, Rogério e Renato, colegas de escola.  No início, parecia tudo como antes, pois sempre íamos lá, desde pequenos. Cristina contou aos meninos que eu ainda era virgem, rindo, tirando sarro de mim. Fiquei chateada com o riso deles e me afastei, chegando mais perto da queda dáágua. Tinha vergonha de nunca ter dado para ninguém e não queria escutar os risos.  Distraída, mergulhada nos meus pensamentos, fui puxada pela cintura e abraçada carinhosamente pelo Renato. Senti o pinto dele duro, encostado em mim e ele dizia que podia me ajudar a me livrar do meu problema, pois sempre sonhou em me comer. Estava arrepiada de tesão e começamos nos beijando, estava agarrada no corpo dele quando senti que suas mãos abriam minhas pernas para penetrar minha xoxota com seus dedos. Já tínhamos dado uns amassos, ele já conhecia essa parte do meu corpo, mas nunca estive tão decidia a transar e ir para São Paulo livre para novas experiência.  Me encostou em uma pedra, abriu minhas pernas, colocou o seu pinto para fora e ficou ali, forçando a entrada, chupando meus peitos. Eu estava agarrada em seus braços, olhos fechados, sentindo aquelas mãos passeando em meu corpo, ouvindo o som da queda de agua.  Aos poucos fui relaxando e o medo de sentir dor foi perdendo força para o tesão que me deixava mais molhada. As mãos de Renato, estavam em meu grelinho, e ele dizia que queria ouvir os meus gritos de prazer. Fui me abrindo mais e mais para ele, minha xana ensopada de tesão quando ele me meteu, em uma estocada só. Senti uma dor latejante, gritei, mas me acalmei como os gemidos dele em meus braços e me deixei levar, pelo vai e vem do ritimo alucinado do Renato, pelo som da cachoeira, quase que em um transe, senti que não podia mais viver sem isso, e fui sentindo algo estranho, minha xana se fechava em torno do pinto dele e eu rebolava cada vez mais, escutando o Renato chamando o meu nome, gritando de prazer e gozando dentro de mim.  Relaxada nos braços de meu amigo, fui voltando para a realidade. Ainda abraçada com Renato, abri os olhos e vi que meus amigos estavam do outro lado da cachoeira, assistindo a tudo, nus abraçados.  Cris estava entre os dois, com o pau de Rogério em sua boca e masturbando o Chicão com as mãos. Apesar disso, víamos que estavam com os olhos virados para nós. Eu e Renato riamos quando percebemos que provocamos aquela suruba com nossa transa e resolvemos nos aproximar. Tirei o biquíni e ele a sunga e chegamos perto, para, dessa vez, curtimos com a transa dos outros.  Chicão ria e dizia para que viéssemos logo, queria experimentar um pouco do gosto da minha buceta. A princípio, fiquei assustada, mas o Renato me garantiu que não ia deixar que nada de mal me acontecesse. Sentamos próximos a eles e começamos a nos beijar. Renato foi lambendo o meus seios, passando a mão em minha barriga, até  chegar em minha xana recém arrebentada. Queria ver o estrado que tinha feito, levantou minhas pernas e me expos inteirinha, brincando com os dedos e dizendo que era linda, que foi o maio presente que podia ter dado a ele. Senti sua língua no meu grelinho e seus dedos na minha vagina, gemia gostoso e me excitava cada vez mais com os gemidos de prazer que meus amigos emitiam na sua transa a três.  Renato queria mais e eu senti seu pinto me penetrando novamente. Ele me perguntou se eu gostaria de fazer o que a Cris estava fazendo. Olhei para ela e vi que minha amiga vagabunda estava de quatro, Chicão a penetrando e com o pinto do Rogério na boca. Senti uma vontade louca de chupar um pinto e disse a ele que queria experimentar.  Rogério logo se prontificou e se aproximou de mim. Senti que segurava meus cabeços e, de forma bruca, meteu o pinto inteiro na minha boca. Aquilo me deixou louca, sentia as estucadas de Renato cada vez mais intensas e chupava o Rogério com o mesmo ritmo, quanto ele segurava minha cabeça com as mãos e metia gostoso na minha garganta.  Rogério, rindo, perguntou para a Cris se sentia falta do pinto dele na boca dela. Ela ainda estava sendo comida pelo Chicão, de quatro, fazia beicinho e pedia para ele ir lá, que estava com saudades.  Renato disse que ia resolver esse problema e mudou a minha posição, me fez ficar de quatro, ao lado da Cris e então passamos a dividir o pinto de Rogério que se alternava entre socar a boca de uma e a boca da outra. Na busca pelo pinto, acabávamos nos beijando, enroscando nossas línguas, escutando nossos gemidos. Aos poucos, aquela que não estava com o pinto na boca acabava por acaricia a outra com os lábios.  Aqueles meninos perceberam nossa relação lesbica e acabaram por se sentirem com mais vontade de nos comer e em um ritmo alucinante, gemidos altos, ao som do barulho da cachoeira, acabamos gozando juntos. A porra do Rogério foi dividia entre nós duas, que acabamos buscando na boca da outra a última gota de esperma que ainda existia. 

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