Céu estrelado a levou ao delírio
Meu nome é Júlio, sou médico, 1,70, um corpo normal, e o que relato em seguida aconteceu quando estava de plantão em uma Ilha no litoral de São Paulo.
Os plantões que faço no litoral, encerram-se às 18 horas e como ficam longe de casa, passo a noite em uma pousada, para seguir com o trabalho no dia seguinte. Sempre que saio da unidade de saúde, vou ao trapiche observar o pôr do sol, imperdível. Naquele dia em especial, o sol caía e produzia um sem número de cores, indo do amarelo ao vermelho com várias nuances, os raios solares escapavam entre as nuvens que se coloriam e que, junto com o som do mar, o cheiro de maresia e o calor, davam uma sensação indescritivel de prazer e alegria de viver. Enquanto me maravilhava com a linda paisagem, soltei um suspiro e falei em voz alta,” que coisa mais linda”. Uma voz ao meu lado disse, ” e como “.
Quando olhei em direção à voz, uma loira, cabelos compridos, molhados, lábios grossos, sentada, debruçada na mureta, olhando o pôr do sol e seus olhos cor de mel, refletiam a côr do final de tarde. Apresentei-me, ela virou o rosto em minha direção, seus cabelos rasparam meu braço e seu aroma me entorpeceu. Deu-me sua sedosa mão que cumprimentei com o maior prazer.
Conversamos sobre as belezas do mar, daquele belo final de tarde, observei seu corpo, belos seios, cintura fina, um quadril maravilhoso, um olhar penetrante e verdadeiro. Ela solteira, quando lhe disse ser casado, percebi uma certa frustração, que logo dissipou-se quando começamos a rir das histórias um do outro. O tempo passou e quando vimos, a noite caía. A convidei para irmos comer alguma coisa em um barzinho na beira da praia com música ao vivo. Ela topou, mas pediu para ser em uma hora, iria a sua pousada, tomar um banho e se arrumar. Fiz o mesmo e me dirigi ao barzinho aonde combinamos. Ela demorou, pedi uma cerveja e fiquei na varanda do bar, ouvindo MPB e fitando o horizonte. Sua demora me fez imaginar que havia desistido e compreendi, afinal, uma bela mulher como aquela não iria querer gastar sua noite na Ilha com um homem comprometido. Estava entretido, curtindo o som, a brisa no rosto, pensamentos longíquos quando meus olhos foram tapados com mãos sedosas. Senti o aroma, meu coração disparou, segurei suas mãos e disse seu nome, Paola. Ela soltou um risinho, desculpou o atraso que logo se justificaria. Ela estava um estouro. Os cabelos soltos, um top branco, uma saia florida até quase os joelhos, sentou-se, serviu-se de cerveja e me olhou. Um sorriso maroto me fez ousar. Segurei sua mão e lhe disse o quão linda ela estava e que temia que ela não viesse. Ela disse nem ter pensado em não vir, que me achou divertido, interessante e inteligente.
Passamos várias horas naquele barzinho, conversando, rindo, cantando, dançando quando a música permitia e em sambinha muito gostoso, segurei seu corpo junto ao meu e não pude conter a ereção, que deliciosamente roçava suas coxas, minha mão espalmada em suas costas, puxava contra mim e meu membro encaixava nela. Seus olhos denunciavam o prazer que estava sentindo, mordia os lábios, passava a lingua neles, ria, dançava, e assim ficamos até sairmos do bar.
Saímos de lá com a sensação de termos nos divertido muito, mas eu estava sentindo um gostinho de quero mais. Começamos a percorrer pelas trilhas da Ilha, em direção às pousadas, quando a convidei para ir comigo até uma praia pequena, aonde queria levá-la para ver as estrelas. Ela gostou da idéia e fomos até lá. Quando chegamos, não havia ninguém e a levei até o canto da praia, pãoximo ao mar, um local cheio de pedras grandes. Nos encostamos em uma destas pedras e paramos para olhar aquela beleza. deixei-a de costas para mim, abracei e comecei a mostrar as constelações. Meu pau endureceu e entrou em contato com suas nádegas, pressionei, ela não relutou. Minha voz embargava de tesão até que ela se virou e me beijou.
Nossas línguas se encontravam, chupei seus lábios, desci com a minha lingua em seu pescoço, seu cheiro era enlouquecedor, tirei seu top e seus seios se mostraram rijos, maravilhosos. Passei minha lingua neles, em torno dos mamilos, chupei, mordisquei. Ela soltava gemidos, desci, ergui sua saia, tirei sua calcinha e comecei a lamber suas coxas. Coloquei-a sentada na pedra, suas pernas abriram, lambi sua virilha, depois a outra, sua xana liberava um aroma de desejo, passei minha lingua em seu clítores, desci entre os grandes lábios, chupei um a um até penetrar minha lingua entre eles. Enfiei minha lingua inteira, entrando e saindo, seu corpo estremecia, sua pele arrepiava, seus gemidos viraram hurros e ela gozou em minha boca.
Meu pau, duro, grosso, 20 cm, não queria outra coisa a não ser penetrar aquela buceta molhada e deliciosa. Passe a glande em seu clitores, entre os grandes lábios e penetrei. Abracei-a com força e meti fundo, tirando e enfiando lentamente. Beijei sua boca, sussurrei o quanto ela era deliciosa, ela gemia, e eu entrando e saindo, com mais força, mais rápido até que pedi à ela para olhar para o céu que estava extremamente estrelado. E, com a mistura do meu pau lhe fodendo com força e aquela visão universal, gozamos intensamente.
Ficamos abraçados um bom tempo, nos vestimos e fomos para sua pousada, aonde transamos a noite toda.
Nunca mais nos vimos, mas sempre me lembro com o maior tesão daquela noite estrelada.
Julio
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