Completamente Invadida

Sem ar condicionado o calor aqui no RJ parece a porta do inferno, tomei um longo banho e sai molhada vestindo apenas uma calcinha, depois de revirar na cama acabei adormecendo e como eu moro no terceiro andar não fechei as janelas acreditando estar segura na altura. Fui desperta por um barulho e só ergui a cabeça tentando apurar os ouvidos, apesar de não ouvir nada me levantei para ir ao banheiro e foi justamente quando sai do meu quarto que eu dei de cara com ele. Um homem negro, alto e magro empunhando uma arma, com o dedo rígido sobre a boca ele me pedia silencio e com o susto eu suguei o ar arregalando os olhos enquanto ele se aproximava. Sussurrou perguntando se havia mais alguém no quarto e eu apenas balancei a cabeça dizendo que não, quando ele se aproximou, me encostou o frio cano da sua arma enquanto espiava para dentro do quarto confirmando se eu tinha dito a verdade e sem conseguir conter o nervosismo eu acabei me mijando. Ele afastou-se e ficou me observando, seus olhos pareciam seduzidos com o meu pavor enquanto o mijo escorria de perna a baixo formando uma grande poça no chão, usei meus braços para tentar esconder a minha nudez sem ofuscar o brilho dos seus olhos e quando vi que ele parecia estar interessado em algo mais que no assalto, instintivamente olhei para o volume nas suas calças tentando prever o que me aguardava. Ele sorriu maliciosamente provavelmente entendeu o meu olhar como uma aprovação e mandou que eu relaxa-se os meus braços, fiquei toda arrepiada quando ele começou a deslizar a sua fria arma pelos meus peitos, foi descendo ela pelo meu ventre e depois a pressionou contra a minha calcinha dividindo ao meio os lábios da minha boceta, ficou friccionando para frente e para trás, e apesar de todo medo e nervosismo eu acabei me sentindo estranhamente excitada com aquela arma entre as minhas pernas. Ele percebeu o quanto eu me contraia tentando negar a minha excitação e continuou me explorando com a sua arma, se ajoelhou na minha frente e abaixou a minha calcinha afastando as minhas pernas, colocou uma delas sobre a perna dele, deixando a minha boceta completamente exposta e depois me introduziu a sua arma. Me segurei nas paredes do corredor, olhei para o teto tentando conter um gemidinho de prazer e mordi os meus lábios enquanto ele friccionava a sua arma, minhas pernas tremiam e eu me apoiei nas paredes para não cair, me atrevi a segurar os movimentos da sua mão mas já era tarde, ele continuou insistindo e eu acabei gozando na sua arma, completamente ofegante não tinha como negar o meu gozo, ele se levantou pressionando os meus ombros para baixo e quando eu fiquei ajoelhada na sua frente, ele foi diminuindo a distancia, se aproximou ate meu o rosto ficar quase colada na sua calça e eu logo entendi, ele queria que eu lhe chupa-se. Desabotoei a sua calça, desci o zíper e aquele mastro caiu sobre o meu rosto, tudo o que diziam sobre os homens negros parecia ser a mais pura verdade, era um cacete bem generoso o maior que eu já tinha visto, uma das minhas mãos não era suficiente para envolve-lo por completo e quase não coube na minha boca então, comecei a lamber aquele cacete e ele encostou a sua arma próxima do meu rosto dizendo chupa. Quando simplesmente ele disse chupa, eu não entendi que ele queria ser chupado, pensei que ele estivesse falando da sua arma e prontamente abocanhei a sua arma com gosto de boceta enquanto friccionava o seu cacete. Ele sacou a sua arma da minha boca e guiou o seu cacete na direção, segurou a minha cabeça com força e começou a meter na minha boca, entre tosses e engasgos eu deixei o seu cacete todo babado, então ele me levantou e me virou de costa, eu apoiei as minhas mãos colando o meu rosto na parede enquanto ele afastava as minhas pernas, depois ele segurou na minha cintura e socou todo seu cacete na minha boceta. Fui completamente invadida, aquele enorme cacete preencheu todos os espaços da minha boceta e ainda avançava para o meu útero, agarrado a minha cintura ele começou a me proferir ofensas e ouvi-lo urrar de prazer superava prazerosamente o leve desconforto do toque no meu útero, que eu já começava a empurrar o meu corpo contra o dele, logo senti um calor brotar no meio das minhas entranhas e ele foi diminuindo os seus movimentos enquanto o seu cacete me inundava. Continuei com meu rosto colada na parede depois que ele despejou todo o seu prazer dentro da minha boceta que latejava forte após inúmeras gozadas, estava me sentindo fraca e tremula para me movimentar e a mínima força que eu tinha eu usei para comprimir a minha boceta, expulsando o seu enorme cacete amolecido para fora que saiu deixando a minha bocetinha toda aberta, ainda escorrendo e pingando todo o excesso do seu prazer. Quando tive forças e me virei procurando por ele me vi novamente sozinha no meu apartamento, ele havia fugido pela janela que entrou sem levar nada de valor, carregou consigo apenas o meu prazer e me deixando louca de vontade de ser novamente invadida.

 

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