Sem Explicações

Sempre tivemos total privacidade desde que nos casamos, apesar de morarmos juntos com a família dela, seus pais e o irmão jamais entraram no nosso quarto sem que fossem convidados, mas um dia quando eu cheguei do trabalho vi o seu irmão saindo do nosso quarto. A principio pensei que ela havia chegado mais cedo do trabalho, mas quando entrei e vi que ela não estava lá, fiquei curiosos para saber o que o irmão dela fazia no nosso quarto e quando eu o abordei, ele desconversou. Entrei no quarto e não percebi nada fora do lugar mas quando a minha esposa chegou ela perguntou se eu tinha mexido na sua gaveta de peças intimas, não comentei o assunto para não gerar conflitos mas fiquei desconfiado e passei a prestar mais atenção no meu cunhado. Não tinha me atentado para o fato ate então, mas ela já havia me perguntado outras vezes sobre eu ter revirado a sua gaveta de calcinhas, de repente eu me lembrei rápido de alguns comentários passados e quando fui ligando os fatos cheguei a conclusão de que o irmão dela é quem deveria revirar a sua gaveta e pegar os seus cosméticos. 

Meu cunhado não era casado, não tinha uma namorada fixa e para ser mais exato eu raramente o via com uma garota, por tanto não justificava ele estar remexendo em artigos de uso feminino a não ser que ele fosse ……, sem ser indelicado tentei descobrir o que ele fazia lá e durante a nossa conversa o irmão dela se mostrou interessado em saber assuntos da nossa intimidade, entre homens o papo de mulher é normal, mas não acho que a irmã dele seja o tipo de assunto para se tratar com o cunhado, mas como tínhamos alguns anos de convivência na mesma casa resumi para ele de uma maneira gentil o quanto a irmã dele era vaidosa.

No dia seguinte eu sai um pouco mais cedo do trabalho, entrei silenciosamente em casa e quando abri a porta do meu quarto, flagrei o meu cunhado todo maquiado, de peruca, vestindo uma das calcinhas da minha esposa enquanto admirava a sua propia bunda no espelho. Era uma cena tragicômica onde eu não sabia se eu brigava com o cara ou ria daquela cena ridícula, ele ficou desesperado, arrancou a peruca e se ajoelhou aos meus pés com aquela cara toda borrada suplicando para que eu não conta-se nada para a sua irmã, dias se passaram sem que ele tive-se coragem para me olhar nos olhos mas a vida continua e quase um mês depois a minha esposa tornou a me perguntar se eu havia mexido na sua gaveta, após negar o fato eu fui procurar o meu cunhado mas como ele não estava sozinho não deu para comentar o assunto, no dia seguinte tornei a sair mais cedo do trabalho e novamente flagrei o meu cunhado vestido com as roupas da minha esposa, era incrível a semelhança física entre os irmãos e por um segundo eu quase o confundi com ela mas como eu sabia que ela estava no trabalho e que ele remexia nas coisas dela, me impressionei em ver o quanto ele tinha ficado tão parecido com ela. 

Sem desespero ou suplica, desta vez ele se ajoelhou aos meus pés suavizando a sua voz, disse acariciando o meu cacete que a irmã lhe contava tudo e que a anos me desejava, tentei conter as suas mãos e ele usou a boca para mordiscar o volume sobre a minha calça, lhe afastei rapidamente exigindo que ele tira-se as roupas dela e ele prontamente obedeceu mas, sensualizou como se tive-se fazendo um show de estripe, abriu vagarosamente os botões da blusa revelando o bojo do sutiã, baixou o zíper da saia deixando ela cair lhe cobrindo os pés e quando abaixou para pegar a saia, ficou com aquele bundão empinado porque a calcinha estava cravada no rabo e sem levantar virou-se para trás querendo ter a certeza de que eu estava lá olhando para a sua bunda e o pior é que eu estava. Sem os pelos aquela bunda grande e redondinha, era igual a da minha esposa e isso naturalmente me deixou excitado, novamente o meu cunhado se ajoelhou aos meus pés e mais ágil que da primeira vez ele desabotoou a minha calça e chegou a segurar no meu cacete mas antes que ele o coloca-se na boca, novamente eu o afastei, ele se levantou engatinhando e subiu na cama, ficou de quatro e novamente se virou para me ver olhando para a sua bunda, jogou a calcinha para o lado, abriu a bunda com as mãos e começou a piscar o seu cu falando com aquela voz melosa que queria leitinho. Completamente hipnotizado pelas piscada do seu cu eu fui me aproximando e enquanto eu caminhava na direção dele, a minha calça que ele havia aberto foi descendo e revelando o estado da minha excitação, o meu cacete estava duro feito aço pelo desejo que eu tinha de possuir o rabo da minha esposa e ela sempre me negou o seu cuzinho mesmo sabendo que eu tinha uma tara pelo rabo dela, vendo o seu irmão ali tão parecido com ela, de quatro na minha cama e com o rabo todo aberto eu não resisti, comecei a lamber aquele cu forçando a entrada com a minha língua e ele gemendo acariciava a minha cabeça me puxando de encontro a sua bunda, com aquela voz melosa  me pedindo para que eu o arromba-se e lhe enche-se de leite, é claro que eu o atendi. Segurei na cintura dele e fui puxando ele de quatro para a beirada da cama, pincelei o meu cacete naquele cu babado, apontei a cogumelo na entrada e num lance só eu empurrei tudo para dentro fazendo ele gemer, fudi rápido e com força, estava muito excitado que mal conseguia me controlar de tanto prazer e logo gozei dentro do cu dele lhe dando o leitinho que ele tanto queria. As minhas pernas ainda estavam bambas quando eu retirei o meu cacete pulsando do cu dele e me joguei extasiado na cama, mas o meu cunhado ainda não estava satisfeito e veio chupar o meu cacete que começava a amolecer, o abocanhou movimentando rápido a sua cabeça enquanto brincava com a sua língua que logo ele ressuscitou e já estava pronto para ser usado novamente, jogou uma das pernas sobre o meu corpo montando no meu cacete, com as mãos o guiou ate o seu cu e começou a cavalgar freneticamente que o seu cacete duro acabou saído da calcinha que ele usava e ficou chicoteando nas nossas barrigas, no balanço, os enchimento do sutiã que ele usava também começaram a pular para fora. Apesar de toda a maquiagem, da peruca e das semelhanças físicas, começou a desaparecer toda aquela magia de um corpo feminino que eu preferi não ter que ficar olhando para a cara dele, porque ele estava cortando o meu clima, virei ele de ladinho e fui para as costas dele, levantei uma das suas pernas abrindo a sua bunda e continuei socando ferozmente o meu cacete no seu rabo, com o braço para trás ele segurava na minha cintura tentando limitar a minha entrada, mas eu queria gozar de novo e continuei socando rápido ate que ele forçou o corpo para trás rolando por cima e novamente ficou montado, se curvou sobre as minhas pernas e apenas fazendo o movimento nos quadris começou a socar o rabo dele no meu cacete. Aquela posição estava deliciosa e o rabo dele percorria toda a extensão do meu cacete me dando um imenso prazer, só que eu precisava meter porque se não ia amolecer sem que eu consegui-se gozar, lhe puxei contra o meu corpo fazendo com que ele se deita-se sobre o meu peito, ele apoiou os seus pés nos meus joelhos e eu voltei a socar forte enquanto ele se masturbava dizendo que estava gostoso. 

Eu podia sentir as primeiras contrações e o meu cacete começar a pulsar dentro do seu cu, já estava quase gozando quando a porta do meu quarto se abriu e a minha esposa horrorizada gritou com a cena que viu. Meu cunhado desmontou rapidamente e saiu apressado trombando com a sua irmã pelo meio do caminho enquanto o meu cacete cuspia o leite para fora e se trancou no seu quarto enquanto a minha esposa chorava a nossa traição brigando comigo, apesar de ter sido a nossa primeira vez, ela supôs que eu já vinha lhe traindo a muitos anos e usou como julgamento o tempo que ela vinha encontrando as suas gavetas reviradas, os sumiços das suas bijuterias e das suas maquiagens e o que eu poderia dizer para me defender se eu estava metendo com o meu cunhado na cama dela e as marcas do meu prazer estavam melada na minha barriga e no meu peito.

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