Sexo no flat

No reinício do nosso relacionamento começamos a freqüentar festas e clubes de swing. Até aí nada de novo. O que eu percebi é que ela nunca perdia a viagem. Mesmo se não conhecêssemos pessoas legais nas festas, ela sempre arranjava algum cara pra comê-la nas cabines privativas. Isso nunca me incomodou, mas definitivamente eu percebi que as fantasias dela estavam apenas começando a se realizar. Em uma dessas festas acabamos em um motel com outro cara, que a princípio ficou meio receoso porque não nos conhecia, mas ela o acalmou dizendo que não tinha problema, que eu estava acostumado a vê-la trepando. Na verdade eu realmente gosto, mas nesse dia, depois de muita putaria, aproveitei e perguntei pra ela onde tudo isso iria parar. Ela disse que nos conhecemos assim, que ela gosta de ter essa sensação de ser puta, e que nunca vai mudar. Isso acabou me dando uma idéia. Passei a procurar na internet por flats na região central de São Paulo, a maioria na região da augusta, até encontrar um que aceitava locação por períodos pequenos, e já mobiliado. É um prédio onde 80 % das pessoas que moram são garotas de programa e travestis, mas muito organizado e com segurança. Sem falar com ela aluguei por um mês, pagamento adiantado, um flat bem organizado e mobiliado. Não tinha nem 30 metros quadrados, mas uma cozinha americana com espelhos que logo me chamaram a atenção. Eu sei que ela de vez em quando acorda daquele jeito, é o dia que ela quer e precisa ir pra putaria. Não demorou e num sábado de manhã ela me disse que estava precisando ir para uma farra. Queria ir para um motel que conhecemos que tem área aberta com piscina e churrasqueira e chamar alguns casais ou rapazes pra participar. Já fizemos muito farra por lá. Eu disse que tinha uma outra idéia, mas que sabia que ela iria gostar. Fomos primeiro para um bar perto da paulista, pra jogar conversa fora, tomar umas e esquentar as coisas. Depois de alguns ( ok, muitos ) chopps, falei que estava na hora de levá-la pra conhecer um lugar novo.

Ela achava que seria algum clube de swing ou festa particular. Chegamos no flat, subimos, entramos no apartamento e ela logo viu meu computador e máquina fotográfica na mesa. Não entendeu muito, mas eu expliquei. ? Você não me disse que adora a sensação de se sentir puta, de ser fácil e dar pra quem quiser ? Então, aluguei esse flat, nós vamos agora fazer fotos suas e colocar em sites de garotas de programa. Comprei um chip de celular só pra isso, e a partir de hoje você vai poder receber clientes que queiram pagar pra te comer. Não sabia se ela iria ficar feliz ou muito brava, mas como era de se esperar ela adorou. Passamos a tarde tirando fotos muito sexys, em todas as posições, e colocando anúncios na internet. Foi uma tarde inesquecível. Ela estava realmente se sentindo uma puta, e isso a deixa com muito tesão. A sensação de esperar o telefone tocar é muito boa, e antes da meia noite o telefone começou a tocar. Muitas eram trotes ou bobagem, mas algumas eram de caras que realmente estavam vendo o anúncio e ligando. Ela explicava direitinho o que fazia, o que gostava, sempre muito simpática. Não demorou para o primeiro cara dizer que estava a caminho. Ela disse que ia cobrar 150 reais. Ficamos os dois nos divertindo com aquela situação até o interfone tocar. O porteiro anunciou o rapaz e ela ficou tão excitada que dava para ouvir o coração dela batendo. Ela estava só com uma calcinha toda enfiadinha e uma blusinha curta que quase deixava os peitos pra fora. Eu saí e disse que estaria esperando no térreo. Quando abri o elevador dei de cara com o tal rapaz. Era muito novo, acho que menos de 20 anos, e com cara de envergonhado. Disfarcei dentro do elevador e vi quando ele tocou a campainha. Desci com uma sensação estranha, um misto de tesão e apreensão, mas posso garantir que é muito bom. Fiquei esperando ela me ligar, parecia que o tempo não passava, e de repente, em menos de uma hora, vejo o rapaz saindo do elevador. No mesmo instante ela estava ligando e dizendo pra eu subir. Corri pra cima e entrei no apartamento.

Ela não conseguia parar de rir, estava tão feliz com o primeiro programa que não conseguia nem me contar. Deitou no sofá e disse que era um menino, sem nenhuma experiência, e que ela teve que fazer tudo. Ele entrou e ela o deixou mais a vontade, perguntou se ele queria tomar uma ducha, e ficou conversando amenidades com ele até ele sair do Box. Quando saiu ela disse que ficou impressionada. Ele já estava de pau duro e em pé, apesar de estar com vergonha. Ela o levou pela mão até a sala, ajoelhou, disse pra ele ficar calmo que ela sabia o que fazia, e começou o que deve ter sido o melhor boquete da vida daquele menino. Em pouco tempo ele sentiu que se ficasse assim ia gozar na boca dela, e pediu pra comê-la. Ela colocou a camisinha, levantou, virou de costas pra ele e abaixou a calcinha. Ela disse que não deu nem tempo de ficar de quatro no sofá. Ele estava com tanto tesão que já foi enfiando tudo de uma vez. Ela disse que ele não meteu nela nem mesmo dois minutos e já estava quase explodindo, e acabou enchendo a camisinha de porra dentro da bocetinha dela. Muito comum em garotos com muito tesão. Ela, experiente e safada, ofereceu uma bebida, continuou conversando sobre qualquer coisa, e recebeu o pagamento combinado. Quando ele já achava que deveria ir embora, ela disse que queria deixar uma lembrança boa pra ele, pra que ele voltasse mais vezes. Começou a bater uma punheta pra ele até o pau ficar duro de novo, e novamente foi para a sua especialidade, ou seja, outro boquete. Disse que chupou mais uns dez minutos, parando, batendo punheta, e dizendo que na próxima vez ele poderia comer o cuzinho dela. É claro que ele rapidinho gozou de novo, desse vez nos peitos dela. Aí ele realmente colocou a roupa e foi embora, dizendo que voltaria muitas vezes ( o que realmente acabou fazendo ). Eu fiquei doido ouvindo a história, e muito mais doido ainda quando ela levantou a blusa e eu vi toda a porra do primeiro cliente dela ainda escorrendo pelos seus peitos. Essa foi só a primeira aventura no flat que durou quase um ano inteiro.

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