Ela me olhou de um modo que nunca havia me olhado antes … havia paixão, cumplicidade e … gratidão. Sim, gratidão! Pensei naquele momento: “Eu sabia que ela queria!” O Jefferson havia terminado de penetra – la. Senti seu pau ocupando espaço dentro dela, onde já estava alojado o meu … Ela, de olhos fechados agora, parecia se concentrar na tarefa de receber dois homens ao mesmo tempo. Não demonstrava sentir dor. Ela então arqueou o corpo, abrindo o máximo que podia o bumbum para auxiliar o Jefferson na tarefa de penetrar seu buraquinho apertado. Virou se um pouco para trás e acariciou o púbis de Jefferson, olhando fixamente em seus olhos, como que à incentiva – lo e ao mesmo tempo demonstrar que estava gostando! A boca entreaberta, lânguida e sensual não deixava dúvida de que ela estava gostando. Adorei vê – la ali assim, com o corpo arqueado ao máximo para cima, se entregando toda para a penetração do cacetão do Jefferson! Me concentrei em fazer minha parte e iniciei um vigoroso vai e vem em sua xota, me esforçando ao máximo para enfiar todo meu cacete, que devido à dupla penetração ficou ainda mais apertadinha. Percebi que não agüentaria muito e logo gozaria … beijei a na boca e deixamos fluir todo o tesão daquele momento especial. .. e logo em seguida gozei deliciosamente em sua buceta apertada! Ela, que também já estava próximo do gozo, começou á rebolar alucinada em nossos cacetes, e depois de mais algumas bombadas vigorosas do Jefferson em seu cúzinho, ambos gozaram intensamente, ela choramingando de tesão, e ele quase grunhindo de tanto prazer! Depois de alguns segundos o Jefferson retirou seu cacete já meio mole de dentro dela, e se deitou ao lado na cama. Ela então o beijou na boca até quase perder o fôlego. Estava agradecendo pela bela pistolada que havia levado … Mal pude acreditar que ela estava se comportando daquela forma: liberal e sem frescura. Normalmente contida e recatada, às vezes me dava a impressão de ser muito “caipira” para o sexo. Estava ali agora, totalmente sem frescura, curtindo ao máximo o momento! Não podia ter sido melhor nossa primeira vez no ménage à trois … Fomos para o banho, eu e a Ana. O Jefferson ficou tomando uma cerveja. Depois do banho foi a vez do Jefferson ir tomar seu banho. A sós com a Ana então perguntei á ela o que ela estava achando da nossa aventura. Ela disse que tinha adorado, com aquele jeitinho meigo que é só dela. Abrimos uma garrafa de vinho e nos deitamos para ver um filme. Propus um pornô, mas ela disse que preferia ver o pornô um pouco mais tarde… O que estaria se passando na cabeça dela? Decidi aguardar para ver. Ficamos vendo um programa de auditório. Dali à pouco o Jefferson voltou do banho e se sentou na frente da cama para assistir TV, apesar de nossa insistência para que se deitasse ali conosco. O vinho fez efeito e dormi. Acordei com os gemidos da Ana. A safadinha estava de quatro enquanto o Jefferson lhe chupava o cú. as nádegas e a xota como se fosse um delicioso sorvete. De olhos fechados ela rebolava devagarinho enquanto curtia a língua do Jefferson invadindo seus buraquinhos, e sua boca chupando com volúpia e muito tesão o belo traseiro dela. Entendi então porque ela não quis o pornô … ela queria que eu dormisse, como é normal acontecer comigo quando eu tomo umas depois de uma transa. Assim ela ficaria à sós com ele! Me aproximei e lhe ofereci o pau para chupar. Ela começou a mamar com muito tesão, mas pouco depois se virou e pediu para o Jefferson fudê – la gostoso de todos os jeitos. Simplesmente se esqueceu de mim! Entendi que, bem, a novidade ali era o Jefferson, e era natural que ela estivesse entusiasmada com ele. Afinal, o cara era só tesão e tara! Além de muito bem dotado! Deixei então que a transa rolasse entre os dois e fiquei só observando. Ele a fudeu de todos os jeitos e em várias posiçôes. Ela era só tesão! O lençol ficou encharcado com a quantidade de líquido que escorria de sua xota, muito embora a Ana tenha a xota bem pequenininha e apertadinha, ainda mais penetrada por um cacete como o de Jefferson, que é bem grande e grosso. Não era para vazar nada dali, mas apesar de tudo, o sumo da buceta da Ana já encharcava o lençol. .. E o Jefferson não se cansava de bombar seu pau de cavalo em todos os buraquinhos dela e de chupa – la fazendo marcas escuras na pele morena de seu bumbum! Fuderam por mais meia hora, até que, gemendo muito, gozaram intensamente; com a Ana transtornada e rebolando com muito tesão, ensaiando um choro no final, que ficou nos soluços de tesão e prazer! Pouco depois ela o beijou na boca com muito tesão e foi para o banheiro. Ao passar por mim rebolou faceira, com um sorriso maroto nos lábios, como que dizendo: “Viu como que eu sou sapeca com outro cara?” Depois do banho nos arrumamos e fomos embora daquele motel inesquecível. Mais tarde nos despedimos de nosso parceiro daquela noite, não antes sem combinar um novo encontro para breve. E assim foi a nossa 1 a vez á três. Já em casa comentamos entusiasmados esta nova opção que criamos em nosso relacionamento, que colocou pimenta em um relacionamento que já estava virando rotina.
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Este é meu primeiro conto, espero que gostem, irei usar nomes ficticios. Sou Jorge, sou branco estilo alemão, tenho 67 kg, 1.69 de altura. Uma sexta-feira, após um dia de muito trabalho e uma semana muito extressante, como de costume nos do trabalho fomos...