Frenesi Ao Ar Livre

Frenesi ao Ar Livre

      Domingo ensolarado, um dia aparentemente bom, neste dia tinha marcado de sair com a minha namorada para um passeio descontraído para conversar sobre o nosso relacionamento e o nosso futuro. Nós nos encontramos ás onze e meia da manhã e fomos ao Shopping Jardim Sul que fica no bairro do Morumbi, almoçamos no McDonald’s, e, nisso começamos a falar sobre vários assuntos, tipo: filhos, casar, viajar, trabalhar, faculdade, e até que começamos a falar de sexo (meu assunto predileto). Conversa vai, conversa vem até que ela me fala no meu ouvido, que esta com tesão com a nossa conversa, falei pra ela se controlar pois estávamos em local público, por causa deste fato puxei um assunto qualquer para distrai-la, ficamos ali no Shopping pro algum tempo jogando conversa fora. Até hoje não entendo o que aconteceu mas não queria ficar mais naquele local, convenci ela sair de lá , e irmos para um parque que não fica muito longe do Shopp, deixei o carro no estacionamento e fomos a pé para o parque.

     Chegando lá, percebemos que o parque estava deserto, só estava o pessoal da manutenção e o segurança, demos uma volta e o que já sabíamos se confirmou no parque só tinha dois visitantes, eu e minha namorada. Sentamos em uma escada afastada da entrada, e ficamos conversando, até que o assunto voltou a ser sobre sexo novamente, nessa hora me passava muitos pensamentos pela cabeça e até que aconteceu institivamente e automaticamente de eu abrir o zíper da minha bermuda jeans, nesse dia eu estava sem cueca por causa do calor, e quando ela viu como eu estava deu um sorriso delicioso, sem falar nada começou a me punhetar devagar saboreando aquele momento, e nos beijamos longamente em um beijo que parecia não ter fim, quando paramos de nos beijar ela ainda estava com o meu pau na mão, e simplesmente pisquei para ela , imediatamente ela entendeu o eu queria, ali mesmo na escada começou a me chupar vorazmente como se tivesse uma fome insaciável de pica, hora colocava tudo boca, hora ficava passando a língua na cabeça. Ah que boca maravilhosa, com isso eu já estava mergulhando de tesão com essa boca faminta.

      Depois de um tempo com ela me chupando, fique com vontade de transar, de fuder bem gostoso a minha princesinha, quando eu falei do meu desejo, ela só falou me chupa primeiro, já fui logo tirando sua calcinha fio-dental branca e ela subiu a minissaia jeans, me ajoelhei na escada e coloquei uma das pernas dela em cima do meu ombro e mergulhei de boca na buceta dela chupando tudo, até me dedicar exclusivamente no seu clitóris, fazendo uma massagem e introduzindo dois dedos na sua vagina fazendo um vai e vem gostoso, depois de um tempo nesse ritmo ela estava gemendo baixo para não chamar atenção, em um parque deserto.

      Não demorou muito ela segurou nos meus cabelos e levemente começou a se tremer e teve um orgasmo ali de pé e naquela escada. Em poucos segundos ela se recompôs do seu clímax, e eu falei que não era justo ela goza e eu não, então ela se apoio na árvore com as mãos abriu um pouco as pernas e arrebitou o seu bumbum para mim, eu fui por traz dela e encachei e penetrei o meu pênis na sua buceta, e com um das mãos segurei e levantei uma das pernas dela para facilitar a penetração, comecei de vagar para me acostumar com a posição, depois acelerei em um ritmo frenético em estocadas fortes e rápidas, fazendo aquele som de carne com carne bloc, bloc, bloc e uma brisa refrescante batendo em nossas partes intimas. Ela olha para traz com uma cara de safada e com um gemido empolgante, fala vai amor, vai amor mete bem gosto na sua ninfetinha; me empolguei e falei que ela tem um buceta

      maravilhosa e molhadinha. Continuei no mesmo ritmo de penetração fortes e rápidas, e trocando frases safadas e estimulantes. Eu falava, tá gostando putinha, Ah que buceta gostosa e quente, como adoro te comer cachorra, ou princesa como você é safada e ela me respondia vai me come gotoso, enfia essa pica toda na minha buceta amor, fode, fode com força, ou ai que pica deliciosa. Nossa como estava ótima aquela transa ao ar livre, passando mais um tempo naquele frenesi e com o tesão nas alturas tanto o meu e o dela, veio aquela sensação maravilhosa de gazar tirei a minha pica da sua buceta e falei pra ela chupar bem gotoso, ela só falou pra eu falar quando iria gozar para não gozar na boca dela, então não demorou muito com ela me chupando não aguentei mais segurar rapidamente me virei para o lado espirando jatos e mais jatos de porra na escada (como foi bom aquela gozada), me virei para minha gata ela estava com um sorriso de orelha à orelha, e falou que eu era muito safado te ter convencido ela de transar em um lugar com aquele, dei uma risada de satisfação. Nós nos arrumamos e fomos de volta para o Shopping assistir um filme de terror…

Leiam o meu outro conto: Debaixo do nariz do Sogrão

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