De Esposa Dedicada é Escrava Vadia

De esposa dedicada é Escrava vadia

Meu nome é Marilia tenho 35 anos e sou casada a 10 anos. Meu marido e eu sempre nos entendemos bem na cama, e nossas transas são sempre muito quentes. Mas de uns tempos meu marido resolveu que deveríamos fazer algo diferente, fiquei meio assustada com o que ele iria propor, por já transamos em todas as posições, conhecemos todos os motéis da região, já fizemos sexo ao ar livre, no mato, na piscina, na fazenda. Houve um dia na fazenda em que percebemos o jardineiro batendo punheta nos espiando, fingimos que não vimos e continuamos ali por quase uma hora. Por achar que já tênhamos feito de tudo fiquei imaginando o que seria diferente… Numa sexta feira quando cheguei do serviço, meu marido já estava em casa, como de costume entrei e direto ao banho, qdo saí do chuveiro não encontrei nenhuma roupa, meu guarda roupa e cômoda estavam vazios, Roberto (esse é o nome do meu marido) me disse hoje vc fica pelada e só me obedece, não quero uma esposa, quero uma escrava de sexo a minha disposição. Fiquei quase louca de tesão, ele me mandou deitar e enfiou uma calabresa vestida com uma camisinha na buceta e me fez vestir uma calcinha apertada. Agora vadia vc vai para a cozinha e me faz algo para comer se tirar a calabresa da buceta vai apanhar. Foi estranho andar com a calabresa enfiada na buceta, senti um misto de incomodo e tesão, mas tinha que obedecer, como uma boa escrava, fiz o lanche para ele comer enquanto ele toda hora me dava tapas na bunda, eu nunca havia apanhado, ele sempre foi muito carinhoso, mas eu estava adorando ser escrava por um fim de semana e aqueles tapas estavam me enchendo de tesão. Enquanto ele comia eu tive de ficar quatro ao lado da mesa, como uma cadelinha, depois de comer e beber algumas cervejas ele colocou uma coleira no meu pescoção e me puxou para a sala, fiquei no tapete e ele mandou eu lamber seus pós, me deu um tapa na cara e disse: lambe direito cadela. Colocou um filme pornô no DVD, me segurou pelos cabelos e começou a socar aquele pau duro na minha boca, socava com força e pressionava minha cabeça com aquele pau na garganta. Cuspia e dava tapas na minha cara. Me deitou sobre a mesa e lubrificou meu cuzinho com KY, meteu com tudo, sem tirar a calabresa da minha buceta, Eu delirava de tanto tesão, ser possuída assim sem poder reclamar de nada, apenas obedecendo como uma escrava. Ele socava aquele pau grosso sem dá, apertava meus mamilos e me dava muitos tapas, em toda parte do corpo, minha bunda já estava vermelha e eu quase subindo pelas paredes de tanto tesão. até que gozou no meu cu, eu podia sentir aquela porra quente escorrer pelas minhas pernas. Foi quando ele me puxou pela coleira até o banheiro e me fez lamber seu pau até ficar bem limpinho, entío fez xixi em mim, aquela foi minha primeira mijada, preciso confessar que gostei. Eu queria obedece-lo e estava adorando ser possuída. Roberto mandou eu limpar o banheiro e só quando terminasse poderia tirar a calabresa da buceta e tomar banho, mas não tinha permissão para sair do banheiro, só se ele me chamasse, vi pela fresta da porta que ele estava dormindo, joguei uma toalha no chão e dormi ali mesmo no banheiro. Acordei com Roberto enfiando os dedos do pé na minha boca, entío ele me puxou pela coleira e me amarrou na cama na posição de frango, com as pernas amarradas na cabeceira junto com as mãos, começou a lamber minha buceta que Está sempre depilada como ele gosta, gozei umas duas vezes, Roberto saiu do quarto e me deixou ali amarrada. Demorou um pouco e voltou bebendo uma cerveja e uma caixa e papelão. Ele enfiou a boca da garrafa de cerveja na minha buceta e virou um pouco de cerveja la dentro (gelaaaado), depois me lambeu gostoso com vontade me dava até umas mordidas. Tirou um chicote da caixa e começou bater na minha bunda e buceta, me desamarrou, me colocou de joelhos e eu comecei a chupar o pau dele. Roberto me dava tapas na cara e cuspia dentro da minha boca, me chamando de vadia, piranha, dizia que eu era sua puta particular. Adoro chupar aquele pau, Roberto realmente tem uma porra deliciosa e eu estava doidinha para senti-la na minha boca, mas Roberto me fez parar, me levou para o quintal me debruçou no tanque e começou a meter na minha buceta, metia num vai e vem sem parar, entío me colocou sentada na maquina de lavar e começou a esfregar a cabeça do pau no meu cu, que delicia… ele segurou minhas pernas abertas e começou a enfiar aquele pau no meu cu bem devagarzinho, pós a cabecinha tirou, pós a cabecinha de novo e começou a socar, nunca tinha visto meu marido com tanto tesão, ele me chamava de vadia e me batia e metia, a cada tapa meu tesão aumentava e eu perdi as contas do quanto gozei, passamos o fim de semana todo assim entre tapas e beijos e Roberto entío informou: durante a semana esposa dedicada, aos fins de semana escrava vadia. Semana que vem querida trarei alguém para brincar com a gente…

Passei a semana imaginando, esse alguém é outro homem? Outra mulher? No próximo conto eu conto sobre meu segundo fim de semana como escrava.

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