Tinha De Acontecer

ACABOU ACONTECENDO

Vontade antiga, inexplicável, mas a partir dos 55 comecei a sentir impulsos de estar com outro homem.  Vontades não muito comuns. Não queria ser um homossexual, desejava me sentir mulher. Estes desejos se fortaleciam quando passava, quase diariamente, por uma rua a caminho do trabalho e um taxista muito maduro, parecia alimentar desejos, transmitindo isto de forma sutil mas evidente, principalmente quando de forma disfarçada acariciava o pau por sobre a calça e percebia que meu olhar estava fixo ali.  O caminho do pecado estava aberto, bem a nossa frente, um cinema dedicado a pornografia. Certa tarde, como de hábito passei por ali e o vi na portaria, encostado, olhando-me e forma fixa e discretamente mostrando-me um bilhete. Gelei, estava diante de uma situação tão desejada. Estava com receios naturais do desconhecido, mas uma onda forte de fantasias tomou conta de mim em segundos. Passei bem junto dele, peguei o bilhete e entrei. Escuridão total até a vista habituar-se apoie-me em uma espece de meia parede de madeira que abrigava a últimas fileiras de cadeiras. Fiquei ali, claro vendo o filme porno, mas logo me dei conta de sua presença ao meu lado.

Encostou seu volumoso corpo no meu, e sua mão nos meu quadril. Que sensação louca…que volumosa excitação aquilo me causava…minha respiração estava ofegante…a mão suavemente deslizou pela minha bunda. Era incrível. Que delicia sentir aquilo. Afastando o corpo ele se colocou por trás de mim, que preso pela meia parede a frente, não podia deixar de sentir sua piroca, duríssima, roçado minhas nádegas por sob a calça.

Senti sua mão avançar, chegando aos meus mamilos os quais passou a acariciar de forma absurdamente sensual, enquanto movido por uma desconhecida fonte de prazer eu instintivamente forçava e remexia minha bunda contra sua pica. Estava entregue. Cedia maravilhado as suas caricias e quando minha mão alisou seu sexo senti que minhas fantasias eram reais. Era delicioso, latejava, ele beijava meu pescoço, falava sacanagens deliciosas, me fazia confessar que estava gostoso, beijou meu rosto e depois em ato inesperado lambeu meus lábios, forçado um beijo leve mas alucinante. Pegando-me pela mão, levou-me a uma fileira, fazendo-me sentar na primeira poltrona, ficando pé no corredor.  Já excitadíssimo, liberou o cacete da calca e passou-o no meu rosto várias vezes nos meus lábios e ai com voz determinante de desejos, mandou: beija, chupa!

Não queria resistir, pelo contrário, queria beijar, chupar e assim comecei a fazer algo que nunca tinha feito. Meus sentidos me deixavam ainda mais realizado, porque o prazer de dar prazer era sublime. Ele se contorcia, não forçava, eu lambia cada centímetro, beijava a cabeça, deixava-o sentir a pressão de meu lábios…ele parecia crescer e eu adorando aquela nova sensação, escutei ele falar…assim, amor, chupa teu macho, chupa quando eu for gozar eu aviso …vamos amor assim, beija chupa…uiiiiiiiiii e passando poucos instantes notei que ele ia explodir no gozo. Tentou tirar cabeça, mas não deixei. Queria aquilo. Aumentei a velocidade e pressão da língua. Queria sentir seu gozo e desta forma os jatos não me pegaram de surpresa. Surpresa foi a enorme sensação de volúpia a cada gota que eu engolia. Como era bom. Como era bom o sexo quando você sentia-se responsável pelo delírio do parceiro. Fiquei por algum tempo limpando aquela louca fermenta, até que ele guardou.  Abaixou-se, colocou um papel na minha mão, beijou meus lábios e pediu. Me telefona !!!!

Estava sob efeitos inimagináveis. Parecia-me estar em névoa, do outro lado da existência. Sentia enorme sensação de leveza, de sonho realizado de fantasia que se transformara em realidade. Alguns travestis andavam pelo corredores e os invejei. Como devia ser agradável usar roupas femininas. Sentir-se mulher….

O conto se alonga, vai continuar, porque eu acabei me transformando em sua mulher….

LUCIA

peslindos@terra.com.br

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